Aplausos e apupos

Vencedores

Paulo Colaço estava confiante que à décima seria de vez. E foi. Com um trabalho de formiga junto dos delegados, o novo presidente do Conselho de Jurisdição Nacional (CJN) teve pela primeira vez a recompensa da coerência. Colaço tinha apoiado Rui Rio nas últimas diretas, mas quando, como membro do CJN, discordou juridicamente da interpretação do líder na tentativa de impeachment ao líder, foi colocado de lado. Paulo Mota Pinto ignorou-o e, perante a falta de apoio de Nunes Liberato, demitiu-se. Desde então afastou-se de Rio e, já durante o Congresso, foi destratado e atirado para as calendas pelo presidente da Mesa, falando só às duas da manhã. Foi vítima de bullying político no sábado à noite, para ser o mais ovacionado (e com aclamação) no domingo à hora de almoço. 

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